
Novembro de 2008
Ter 25 Nov 2008
Liberte o jovem que existe em você e arrume uma carona.
Publicado por Peixoto sob Qualquer bosta[2] Comentários

Qui 20 Nov 2008

Um dia desses eu estava lendo uma matéria que falava dos banheiros que podemos usar quando o chamado divino surge em horas impróprias de passeios urbanos. Onde ir quando bate aquela vontade de tirar água do joelho e você está no meio da rua!? Vale até comprar aquela coxinha gordurosa ou um refri em qualquer birosca só como desculpa para poder aliviar as tensões no banheiro do muquifo. Na hora do desespero vale tudo!
Mas não é das inúmeras formas que cada um encontra para se aliviar que eu quero falar, é do Mcdonalds. Alguém já parou para pensar que além de ter um cardápio mundialmente famoso, apesar das alterações regionais, e servir de referência de comida junkie, o McDonalds serve a humanidade como o banheiro mais democrático e reconhecível?! É isso aí. Imagina só: Você no meio da sua caminhada elouquecida pelo centro urbano de Sbrobows, onde você conhece pouco dos costumes e fala a língua mal e porcamente. De repente, aquela pontada anuncia que a sua bexiga já está no limite da contenção urinária. Sua espinha gela de desespero. “Puta merda, é hoje que eu me mijo todo”. Você já está quase chorando quando a luz da salvação aparece no formatinho do “M” amarelo do Mcdonalds. Amém, você está salvo! Lá, com certeza você vai entrar, usar o banheiro ( que provavelmente estará localizado na parte da frente da lanchonete, perto do balcão) e ser feliz.
O Mcdonalds presta um serviço público à humanidade com sua oferta sanitária e banheiros padronizados espalhados pelo mundo para salvar turistas desesperados. Onde quer que você esteja, se houver um Mcdonalds, pode ter certeza que ele vai lhe acolher no momento da borração. Você e pessoas de toda e qualquer civilização é bem vinda.
Seg 17 Nov 2008
Vejam no link abaixo, um exemplo de exímio ilustrador tentando sanar uma dívida através de seu trabalho:
Sáb 15 Nov 2008
Numa época em que estamos acostumados a ver a palavra “fenômeno” ser jogada na lama para se referir a músicos adolescentes medíocres e artilheiros fora de forma, vale uma triste nota. Mitch Mitchell se foi.
Dono de um estilo incomparável, com um senso rítmico fora do comum e uma criatividade inesgotável, Mitch Mitchell teve o mérito de brilhar na companhia de Jimi Hendirx durante os anos de 1966 a 1970, recusando-se a ser um mero coadjuvate do guitarrista mais genial dos nossos tempos.
Clássicos como Hey, Joe, Purple Haze, Little Wing, Manic Depression, Spanish Castle Magic, Voodoo Child, entre outros, levam a marca inconfundível de um baterista que entendeu a música como uma forma de arte livre e transgressora. Alguns diziam que ele era um baterista de jazz numa banda de rock; outros, que era um solista num grupo que tinha o maior solista entre todos. Os sábios apenas ouviam, sem se preocupar em classificá-lo.
Depois da morte de Hendrix, Mitch Mitchell pouco criou, alternando-se entre uma vida de reclusão, esporádicas aparições em jazz sessions e, mais recentemente, em shows que celebravam o período da Jimi Hendrix Experience em turnês pelos Estados Unidos.
Morreu de causas naturais, ontem, aos 61 anos. Foi encontrado num quarto de hotel em Portland já sem vida. Passam-se 40 anos e os melhores roqueiros continuam morrendo desses jeitos…
“Now, if you excuse-me, I must leave now”
Qui 13 Nov 2008
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Depois de algum tempo de campanha, enfim chegou o dia da escolha das estampas da camiseteria da Radiola. Eram 34 estampas se degladiandooo para estar entre as 15 finalistas.
As promessas de cada canditada eram sua própria razão de exisitir. Cada uma apelava em aspectos diferentes. Algumas prometiam pensar mais antes de falar, outras eram mais desbocatas, algumas libertinas e algumas que nem precisavam de imagem para sua campanha. Tinha de tudo, e, sem dúvida, seria uma eleição cruel.
No momento da votação, tensão! Era evidente a dificuldade de cada um para escolher sua candidata. “Escolhe aí! Escolhe aí”. E naquele momento decisivo em frente ao computador, estavam sendo escolhidas as camisetas que continuariam na trilha para o sucessoo!
Após o resultado, muitos reacionários deixaram clara sua inconformação com o resultado final. Ameaçaram anular a votação, pediram auditoria, e houve até a tentiva de mudar as regras iniciais da eleição. Em vão. Afinal, democracia é democracia e ninguém fica 100% satisfeito, mas, são as regras do jogo. Melhor assim.
E, só para deixar uma pista do culpado da discórdia, eu gostaria de citar um velho ditado: “ Gosto é que nem cu!”.
Qua 5 Nov 2008

Chuck Palahniuck não tem pudor algum ao escrever seus textos. Ele descreve as situações mais bizarras, as pessoas mais pertubadas e as doenças mais escrotas ( qualquer doença que cause deformidade física ou mental). Seus romances normalmente começam na situação final da história com a personagem, uma pessoa marginalizada e normalmente com traços de agressividade auto destrutiva, contando todas as desventuras impuras e escatólogicas que a fizeram estar onde e como está.
Sua imaginação é meio sádica e adora um suspense pertubador ao estilo terror psicológico. Uma prova disso é seu livro mais famoso, Clube da Luta, que tem desde filosofia perturbadora e transgressora até disturbios de personalidade. Suas histórias podem até causar enjôo, um de seus contos, Guts, tornou-se famoso por fazer várias pessoas desmaiarem durante sua leitura por Chuck em alguma reunião para divulgação de um de seus livros. O conto é a descrição de acidentes durante a masturbação e, só pra dar o gostinho de merda, eu adianto que num deles o cara perde parte do intestino.
Apesar da tensão psicológica e dos eventos bizarros, a leitura dos romances pitorescos de Chuck Palahniuk é alguma coisa. Eu recomendaria pessoalmente ao Sugi e o Milhão, que talvez não se impressionem muito com todas as escatologias, já que estão acostumados com esse tipo de coisas.
Clica aqui se você ficou curioso para ler guts.
Se você preferir escutar o próprio Chuck lendo, clica aqui